quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Rabanadas ou fatias douradas

Cheirinho de café acabadinho de fazer.... e...
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Tenho uma memória de infância que me é muito, mas mesmo muito querida.... e que nesta altura, faz questão de se fazer sentir de todas as maneiras e mais alguma...
Nos fins de semana que ia passar a casa dos meus avós, a minha avó materna fazia questão de começar o dia, com um cafézinho fresquinho, acabadinho de coar e as belas das fatias douradas...
e tão bem que aquilo me sabia!!!
Ficou gravado na minha memória!!
Que saudades que eu tenho....
O cafézinho quentinho e a fatia dourada acabadinha de fazer,
Nesta época sinto tantas saudades deste cólinho...

e este ano foi aqui que eu senti pela primeira vez esta saudade....

Aqui fica a receitinha:
Ingredientes:
1 Pão de Forma fatiado ou outro a gosto
500 ml de Leite
3 colheres de sopa cheias de Açúcar
1 casca de Limão
1 pau de Canela
1 cálice de Vinho do Porto
Açúcar e Canela para polvilhar.

Preparação:
Levar ao lume, o leite com o açúcar, o limão e o pau de canela, até ferver, baixar o lume e deixar cerca de 2 minutos em lume brando para soltar bem o sabor da canela e do limão.

Adicionar o vinho do Porto já com o lume apagado e mexer, deixar arrefecer um pouco.

Entretanto bater num prato largo os ovos inteiros.

Deitar também o leite (que deve estar morno e não a ferver) num prato largo e passar o pão por este leite para absorver e depois pelo ovo batido.

Fritar imediatamente em óleo quente.

Assim que acabam de fritar, passar logo pela mistura de açúcar e canela e empratar.

Nota: Se utilizarem pão de forma, a passagem pelo leite deve ser relativamente rápida, pois é um pão que absorve muito depressa o líquido.
Se utilizarem outro tipo de pão mais denso, deixem as fatias mais tempo dentro do leite.

2 comentários:

  1. olá passei para te desejar um feliz ano novo com tudo o que mais desejares beijokas

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  2. Feitas exactamente da mesma forma das da minha memória... Aquelas que a minha mãe ía fazendo, e todos iam "roubando" da travessa ainda quentes, travessa que nunca parecia crescer..
    E que todos voltavam a roubar ainda a calda mal lhes tinha pousado! :-)
    A memória dos paladares e olfactos é realmente extraordinária!
    Parabéns pelo blog!
    Beijinho
    Dina

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